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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Quem é o mentiroso da sua vida?


Tente responder esta pergunta. A principio você deve achar engraçado ou mesmo citar alguma pessoa próxima de você, mas esta pergunta tem um fundo cientifico muito grande. O autor, Robert Feldman, que é membro da American Psychological Association e da Association for Psychological Science, estudou o ato de mentir e enganar, diariamente por 25 anos e deste grande estudo, ele escreveu este livro de titulo bastante desafiador.
Sem duvida o assunto que é abordado  nesse texto, é o mal que rondou, ronda e sempre rondará a sociedade. Se fizer uma pesquisa pessoal, dificilmente acharemos uma pessoa que diga, com sinceridade, eu nunca menti. Não dá para generalizar, mas pode-se afirmar com segurança que a grande maioria já contou pelo menos uma mentira, por mais insignificante que ela seja.


No trabalho, na vida de um casal, entre os membros de uma família, entre amigos, até mesmo no convívio com desconhecidos a mentira, por mais errada que seja que traia a confiança do enganado, ela acontece. Às vezes involuntariamente ou até mesmo planejada, a humanidade não escapa dela.
Muito se ouve falar da mentira branda, que é na cabeça dos leigos, é uma mentira para o bem, usada, às vezes, para evitar alguma desavença, porém, caro leitor, será que existe “mentira do bem”?’. Segundo Robert Feldman esse termo não passa de um estimulo a mentira, pois apesar de naquele momento a felicidade reinar no local, no instante em que for descoberta a verdade, pode não acontecer nada,  mas pode modificar completamente a vida da pessoa, que foi a “vitima” da mentira contada.
 Outro tema abordado pelo autor é a mentira profissional, que as estatísticas apontam que 15% das pessoas mentem nos seu trabalho. Parece surpreendente o numero citado, mas estudos recentes confirmam que existem muitas mentiras profissionais, seja para conseguir um emprego,  salvar o emprego atual ou apenas para manter uma boa imagem. O estudo desenvolvido pelo autor mostra que 1 em cada 5 trabalhadores estariam dispostos a mentir para se manter no seu emprego.
Na verdade, quem conta a mentira pode até ter um objetivo louvável, como manter um bom ambiente entre colegas ou defender a reputação da sua equipe de trabalho.  Mas a mentira tem “perna curta” e, mesmo na melhor das intenções, faltar à verdade acabará por comprometer a sua credibilidade e a sua carreira, prejudicando também o relacionamento com colegas, chefias e clientes. Assim a honestidade é sempre a melhor política, seja qual for a sua área de atividade, grau de responsabilidade e funções. Espero conseguir fazer isso, mas posso te garantir que não é fácil, diria até impossível, fazer parte do seleto grupo de pessoas que somente falam a verdade, a vida toda. E você, o que acha? Escreva dando sua opinião.
Recomendo a todos.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Literatura e Champanhe


Hoje vou escrever sobre um novo sucesso editorial que foi lançado no mercado recentemente pela Editora Clube dos Autores. Trata-se do livro “Literatura e Champanhe” de uma grande amiga e incentivadora Soraya Felix.
Soraya Felix é autora do blog “Prosa Mágica” e foi através dele que surgiu uma grande amizade.  Ela é redatora publicitária, professora de redação e teoria da comunicação. Apaixonada por poesia e teatro, venceu o premio “Melhor Texto Original” em 1997, no Festival Recadart, com a peça “Conhece a Ti Mesmo – Amor e Tragédia em Atenas”.  Com uma linguagem muito bonita e esclarecedora, tece comentários sobre lançamentos editoriais  no seu blog, que recomendo a todos que gostam de uma boa leitura.

“Literatura e Champanhe” é seu primeiro romance.  Este livro faz parte de uma trilogia, que com certeza terá muito sucesso.  Uma trama que envolve amor, magia, crimes, mistérios e como todo bom livro, um final surpreendente, que nos remete a vontade de ler o próximo volume.

A historia tem como personagem principal a jornalista Jane Cardoso, que sem ter a menor ideia do que estava acontecendo, acaba se envolvendo com uma rede de criminosos, membros de uma seita chamada Sociedade Secreta do Dragão. A magia que autora consegue dar ao texto, criando momentos de muito suspense, é bastante admirável.  Você vai vibrar com Jane e Robert Andrade, um fotografo, que se envolve com a personagem principal do livro e surge entre eles uma grande historia de amor.

Recomendo a leitura deste livro. Tenho certeza que você vai gostar e recomendar. Para você adquirir este livro, dentro da nova filosofia editorial do momento, você pode fazê-lo de comprando diretamente da editora no formato brochura pelo preço de R$ 44,77 ou por E.Book, pelo preço de R$ 12,06, acessando o endereço http://www.clubedeautores.com.br/books/search?what=soraya+felix

 Luis Antonio (avô)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Memórias de um Sargento de Milícias




O livro “Memórias de um Sargento de Milícias” foi um grande romance escrito por Manuel Antônio de Almeida, publicado na sua primeira edição em 1854. O autor relata a historia de Leonardo, mas tudo começa com a viagem que os pais do nosso personagem principal fazem de navio, de Lisboa ao Rio de Janeiro. Durante a viagem, Leonardo Pataca, o pai e Maria Hortaliça, a mãe, se conhecem e no vai e vem da travessia do Oceano Atlântico, se apaixonam e logo após se casam e desta união nasceu Leonardo, que no futuro seria o Sargento de Milícias. Desde pequeno, Leonardo era manhoso e arteiro e vivia sempre criando confusão, o que parecia ser inevitável um conflito com o Major Vidigal, considerado o homem forte da policia local (milícias) e que não suportava malandros.
Leonardo praticamente foi criado pelo seu padrinho, visto ter sua mãe traído o seu pai e quando o mesmo veio descobrir, deu uma surra na mulher, que acabou fugindo com seu amante para Lisboa. Deixando seu filho Leonardo ao acaso, uma vez que o pai, Leonardo Pataca também foi embora,
Leonardo (filho) ficou então aos cuidados de seu padrinho, um barbeiro “bem arranjado”,que passou a estimar muito o menino. Planejou fazê-lo padre, iniciou a escrita e a leitura, bem precariamente, e depois o encaminhou à escola. Por esses tempos a madrinha de Leonardo também apareceu e lhe visitava sempre. O menino não passava um dia sem apanhar na escola com a palmatória do mestre. Quando passou a ir sozinho, faltava às aulas e ia para igreja se juntar a Tomás e fazer bagunça.
Embora tenha tentado ser coroinha, seu gênio irrequieto, não permitia que ele seguisse as regras da Igreja e acabou sendo expulso por tanto aprontar e desta maneira passou toda sua infância. Já na sua juventude, embora ainda levasse uma vida de vadiagem, certa ocasião, ele e seu padrinho passaram a frequentar a casa de D. Maria. Leonardo conhece então a sobrinha de D. Maria, Luisinha, e por ela se apaixona.
Ocorreu que D, Maria tinha outros planos para a filha e deu um jeito que ela se casasse com José Manuel. O padrinho morreu e Leonardo foi finalmente viver com seu pai. Ele não se dava muito bem com a madrasta, uma cigana. Numa briga que teve com a madastra, teve que sair de sua casa fugindo, pois seu pai tomou partido em favor da mulher o ameaçou mata-lo com uma espada.
Assim foi a vida de Leonardo, sempre metido em confusão. Uma ocasião, por causa de uma paixão, Vidinha, que também despertava a paixão em outros dois amigos, foi vitima de uma armação e acabou nas garras do temido Major Vidigal. Ele consegue fugir e com a ajuda de sua madrinha, consegue arrumar um emprego na casa real, mas logo também é despedido, por tentar ficar intimo do pessoal da casa.
Entre uma confusão e outra, Leonardo acaba, finalmente, nas mãos do Major Vidigal, que o nomeia granadeiro (soldado) e o coloca numa missão para prender Teotônio. Para isso, mandou Leonardo até a casa do pai dele, que estava dando a festa de batizado da filha e Teotônio animava a festa. A sua missão era permanecer por lá para facilitar a captura de Teotônio, enquanto, Vidigal e seus homens cercavam a casa. No entanto, Leonardo se sentiu um traidor e armou com Teotônio sua fuga sem que se comprometesse. O plano deu certo, mas Leonardo ficou tão alegre que acabou por se denunciar e foi preso pelo Major Vidigal. Ao saber da prisão, sua madrinha pediu ao major a libertação do afilhado, mas como não obteve resultados teve que apelar para Maria-Regalada, a primeira paixão de Vidigal, que somente consentiu em libertar Leonardo, após promessa de sua amada em morar com ele.
Depois de um tempo casada, Luisinha, a grande paixão de Leonardo, ficou viúva. Leonardo, que nesta altura já tinha sido promovido a Sargento, passou a frequentar novamente a casa de D. Maria, e seu amor por Luisinha renasceu e o dela também. A madrinha e D. Maria estavam mais do que de acordo com o casamento deles, o que impedia era o posto de sargento, que não permitia o casamento. Pediram então novamente a ajuda de Vidigal, que nesses tempos já vivia com Maria-Regalada. O homem cedeu com gosto e fez de Leonardo sargento de milícias, ofício que permitia o casamento.



domingo, 13 de maio de 2012

terça-feira, 1 de maio de 2012

Primavera Árabe


Primavera Árabe é o nome dado à onda de protestos, revoltas e revoluções populares contra governos do mundo árabe que eclodiu em 2011. A raiz dos protestos é o agravamento da situação dos países, provocado pela crise econômica e pela falta de democracia. A população sofre com as elevadas taxas de desemprego e o alto custo dos alimentos e pede melhores condições de vida.
Os paises envolvidos em tais revoltas foram: Egito, Tunísia, Jordânia, Líbia, Síria, Iêmem e Bahrein. Os povos destes paises tinham a intenção de modificar a forma de governo de um sistema de ditadura que consiste em unificar o poder e um ser apenas, para um governo democratico, onde a força vem da decisão de um todo.



A série de protestos e revoltas provocou a queda de quatro governantes na região. Enquanto os ditadores da Tunísia e do Egito deixaram o poder sem oferecer grande resistência, Muammar Kadafi, da Líbia, foi morto por uma rebelião interna com ação militar decisiva da Otan. No Iêmen, o presidente Saleh resistiu às manifestações por vários meses, até transferir o poder a um governo provisório.
A Síria é o único país que até agora não conseguiu as forças aliadas não conseguiram derrubar o governo do ditador Bashar al-Assad. Porém as revoltas continuam intensas contra esse ditador, que tende a assim como os outros do Oriente Médio a cair.
Já no novo modo de governo a Tunísia e Egito realizaram eleições em 2011, vencidas por partidos islâmicos moderados.
A força de um povo
A Tunísia é apontada como o país com as melhores chances de adotar com sucesso um regime democrático. No Egito, os militares comandam o conturbado processo de transição, e a população pede a sua saída imediata do poder. Para que assim posso ser utilizada a tão desejada democracia, passando assim o poder de escolha ao povo Egípcio.
Com relação a GeoPolítica desses paises, os Estados Unidos aliado das ditaduras árabes, buscando garantir interesses geopolíticos e econômicos na região, que abriga as maiores reservas de petróleo do planeta.
A Primavera Árabe põe em cheque a política externa de Washington para a região. A Liga Árabe, liderada pela Arábia Saudita e pelo Catar, assume um papel de destaque na mediação das crises e dos conflitos provocados pela Primavera Árabe.
Hoje, ainda os conflitos continuam, principalmente na Siria, onde já morreram milhares de pessoas. O ditador sirio Bashar al-Assad, em reportagem publicada na revista Veja, vive ao lado de sua esposa, um vida de ostentação e riqueza, enquanto a maioria da população vive as minguas.