FAHRENHEIT - 11 DE SETEMBRO


O Jornalista e repórter americano, Michael Moore, sentiu a necessidade de investigar o fato, já que havia muita obscuridade nas declarações do presidente George W. Bush. De posse de provas, documentos e depoimentos e raciocínio lógico, produziu o documentário “Fahrenheit 11 de setembro”, apresentando uma visão diacrônica que mostra o envolvimento do presidente dos EUA em relações comerciais com o Bin Laden e, vai mais além, explicando que a “guerra contra o terror” era apenas uma manobra publicitária para expandir seus negócios na área de armamentos e utensílios de uso militar.
 O livro "Fahrenheit" descreve o drama  vivido pelos norte-americanos, que começa pouco antes das eleições para presidente. De forma milagrosa, George W. Bush, governador da Carolina do Norte, com alto índice de recusa por parte de seus eleitores, sai do segundo lugar na preferência do eleitorado e se destaca na reta final da campanha. Usando o poder de influência de seu pai, George Bush, que recebera dos príncipes árabes a quantia de um bilhão e quatrocentos milhões de dólares, para financiar negócios da família, o presidenciável injetou dinheiro na campanha e, comprando a mídia eletrônica em todo o país, induziu o colégio eleitoral a votar nele, como melhor opção.
Após a posse o presidente Bush foi passear com sua família, passando maior parte dos seus primeiros oito meses de mandato de férias, pescando, caçando e dando entrevistas, alegando que a segurança americana estava indo “de vento em popa”, motivo pelo qual as famílias estadunidenses poderiam ficar tranquilas enquanto ele se divertia. Depois de cortar as verbas dos setores de segurança nacional, George W. Bush ignorou o alerta dado pela CIA, a polícia federal americana, que descobriu que Osama Bin Laden planejava atacar os Estados Unidos e havia infiltrado muçulmanos em cursos de aviação civil. No dia 10 de setembro de 2001 Bush viajou para o estado da Carolina, onde planejava fazer campanha, para aumentar os índices de aceitação perante o povo. Ele começou a visitar escolas. 

No dia 11 o presidente americano estava discursando numa escola, quando recebeu o telefonema alertando que a primeira torre do World Trade Center havia sido atingida. O chefe de estado não mencionou palavra alguma e, após novos ataques, que derrubaram a segunda torre e destroçaram o Pentágono, símbolo do poder bélico norte-americano, o presidente continuou imóvel, sem nada dizer.
Enquanto Nova Iorque pedia socorro ao mundo, Bush mal sabia o que fazer, principalmente porque não poderia saber se algum dos seus amigos árabes, incluindo a família Osama haviam o traído. A Força Aérea americana bloqueou o espaço aéreo, obrigando até o ex-presidente George Bush, pai do chefe de governo e de estado a viajar de carro, mas os mais de vinte familiares da família do maior terrorista do mundo foi retirada de jatinho às pressas dos EUA, furando o bloqueio das forças armadas por ordem direta da Casa Branca.

A resposta presidencial aos ataques terroristas foi que Osama Bin Laden iria pagar pelo que fez e nenhum terrorista ou presidente que o apoiasse ficaria ileso. As forças aliadas da OTAN, Organização do Tratado do Atlântico Norte, resolveram se unir aos americanos, e como resposta aos terroristas, acusaram os iraquianos, que nunca sequer ameaçaram um americano, de estarem produzindo armas de destruição em massa e bombas nucleares, além de abrigar o terrorista mais procurado do mundo. Iniciados os ataques ao Iraque e Afeganistão, dois dos maiores produtores de petróleo do planeta, seus presidentes foram capturados e o seu poder reduzido a cinzas.
Uma boa sugestão de leitura. 
Vale a pena!
Recomendo a todos

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