Primavera Árabe


Primavera Árabe é o nome dado à onda de protestos, revoltas e revoluções populares contra governos do mundo árabe que eclodiu em 2011. A raiz dos protestos é o agravamento da situação dos países, provocado pela crise econômica e pela falta de democracia. A população sofre com as elevadas taxas de desemprego e o alto custo dos alimentos e pede melhores condições de vida.
Os paises envolvidos em tais revoltas foram: Egito, Tunísia, Jordânia, Líbia, Síria, Iêmem e Bahrein. Os povos destes paises tinham a intenção de modificar a forma de governo de um sistema de ditadura que consiste em unificar o poder e um ser apenas, para um governo democratico, onde a força vem da decisão de um todo.



A série de protestos e revoltas provocou a queda de quatro governantes na região. Enquanto os ditadores da Tunísia e do Egito deixaram o poder sem oferecer grande resistência, Muammar Kadafi, da Líbia, foi morto por uma rebelião interna com ação militar decisiva da Otan. No Iêmen, o presidente Saleh resistiu às manifestações por vários meses, até transferir o poder a um governo provisório.
A Síria é o único país que até agora não conseguiu as forças aliadas não conseguiram derrubar o governo do ditador Bashar al-Assad. Porém as revoltas continuam intensas contra esse ditador, que tende a assim como os outros do Oriente Médio a cair.
Já no novo modo de governo a Tunísia e Egito realizaram eleições em 2011, vencidas por partidos islâmicos moderados.
A força de um povo
A Tunísia é apontada como o país com as melhores chances de adotar com sucesso um regime democrático. No Egito, os militares comandam o conturbado processo de transição, e a população pede a sua saída imediata do poder. Para que assim posso ser utilizada a tão desejada democracia, passando assim o poder de escolha ao povo Egípcio.
Com relação a GeoPolítica desses paises, os Estados Unidos aliado das ditaduras árabes, buscando garantir interesses geopolíticos e econômicos na região, que abriga as maiores reservas de petróleo do planeta.
A Primavera Árabe põe em cheque a política externa de Washington para a região. A Liga Árabe, liderada pela Arábia Saudita e pelo Catar, assume um papel de destaque na mediação das crises e dos conflitos provocados pela Primavera Árabe.
Hoje, ainda os conflitos continuam, principalmente na Siria, onde já morreram milhares de pessoas. O ditador sirio Bashar al-Assad, em reportagem publicada na revista Veja, vive ao lado de sua esposa, um vida de ostentação e riqueza, enquanto a maioria da população vive as minguas.

Comentários

  1. Oi Luisinho, tenho acompanhado o seu blog e ele está cada vez melhor. Parabéns pelos textos e pelas leituras.
    Abraços

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