Translate

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Informar e Prevenir


As campanhas publicitárias sempre têm dois focos distintos: o adulto onde prevalecem publicidades sobre e carros e as crianças, o seu maior filão. As campanhas publicitárias nas televisões, outdoors, publicidades em geral, fazem um apelo a consumidor utilizando as crianças como arma de vendas, pois a criança pela imaturidade irá pedir tal mercadoria aos pais, aumentando assim a aprovação do produto no mercado.
 O mercado de brinquedos é um dos mais explorados, pois através dele a criança consegue se imaginar vivendo o mundo dos adultos e daí o sucesso deste tipo de produto, como carrinhos, bonecas, entre outros, onde os publicitários demonstram para as crianças que isto a trará benefícios que não são encontrados no dia-a-dia, como, brincar de dirigir um carro, que é fornecido pelo carrinho de controle remoto, até mesmo a criação de uma criança, as bonecas.

 Estes brinquedos, de certa forma, colaboram no desenvolvimento das crianças, mas quem sofre são os pais, pois brinquedos custam caro e quase sempre são comprados com base do emocional e acabam comprometendo o orçamento familiar. Para as famílias bem sucedidas financeiramente, isso acaba se tornando só mais um brinquedo para a criança, mas para as famílias de baixa renda, um brinquedo sofisticado compromete a renda familiar.

Uma solução encontrada para amenizar esta situação á a transparência dos pais em relação às crianças. A família não pode se submeter somente à vontade e insistência dos filhos.  Tudo precisa ser analisado. Um brinquedo é importante, afinal a criança precisa brincar, mas é muito mais importante que a mesma venha realmente merecê-lo e que este prazer não cause um descontrole nas finanças da família.

Além dos brinquedos,  a publicidade explora muito as crianças quanto aos alimentos industrializados que cada vez mais mexe com o psicológico das crianças. A força desta indústria é tão grande que as verduras, legumes e frutas, que são essenciais no desenvolvimento e na saúde, não só das crianças, mas de todos, sejam deixados em segundo plano, ocasionando o sobrepeso e a obesidade infantil.

Pesquisas feitas pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, em 2010, mostra que em meninos de 5 a 9 anos o sobrepeso atinge 34,8% e 32% das meninas nessa faixa etária. A faixa de obesidade neste grupo foi entre 16,6% dos meninos e entre 11,8% das meninas. O mesmo estudo revela que entre os adolescentes entre 10 e 19 anos o excesso de peso atinge 21,7% do total dos meninos e a obesidade, 5,9%. Entre as meninas, 15,4% mostravam sobrepeso e 4,2%, obesidade.

Portanto, embora sejam necessárias as propagandas, cabe ainda a responsabilidade final aos pais de cuidar de maneira adequada de seus filhos. Eles devem aprender como agir diante do pedido dos filhos. Devem preservar o orçamento familiar, sem prejudicar o emocional da criança além do cuidado com os produtos industrializados.


Fotos obtidas pela Internet - Fonte Google

Nenhum comentário:

Postar um comentário